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Categoria: Cultura

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Ano após ano, o “Bons Sons” vai crescendo em termos de cartaz e de dimensão, tornando-se já num dos mais apelativos festivais de Verão que se realizam em Portugal.

Em apenas quatro dias, de 11 a 14 de agosto, vão passar pela pequena aldeia de Cem Soldos, no concelho de Tomar, 52 bandas nacionais, desde as consagradas até aos projetos emergentes que procuram o reconhecimento do grande público.

Mão Morta, com um espetáculo que assinala os 25 anos do lançamento de “Mutantes S21”, Rodrigo Leão, Né Ladeiras, Orelha Negra e Virgem Suta são os cabeças de cartaz de um programa recheado de boa música, para ouvir e sentir no cenário pitoresco da aldeia tomarense.

As manhãs são preenchidas com os pequenos-almoços na aldeia, sessões de música para crianças, regateios pela feira de artesanato, visitas ao curral dos burros, jogos tradicionais ou um refresco no rio de uma das praias fluviais da zona.

As tardes têm muitas atividades antes dos primeiros concertos, como as oficinas para construir instrumentos musicais, a exibição de curtas-metragens, em parceria com o Curtas em Flagrante, as artes performativas em parceria com a Materiais Diversos ou as actuações ad-hoc no Palco Garagem.

Os concertos começam a aquecer pela tarde dentro, no interior da igreja, com o Palco MPAGDP, onde a programação está a cargo d’A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria, no adro, no Palco Tarde ao Sol e nos concertos do coreto, conhecido como Palco Giacometti, onde ecoam as sonoridades mais introspetivas.

Além do palco principal, o Palco Eira, que concentrará as atenções durante as noites longas, há também música na Praça do Rossio, no Palco Lopes-Graça.

Futebol: Jogo Coruchense x Mondenense | Fotos: João Dinis